CULTURA &

cultura & base

INSCRIÇÕES GRATUITAS:    http://goo.gl/4Ip3B0

A DRCN vai realizar um conjunto de debates dirigido a profissionais da Cultura, estudantes e outros interessados nestes temas:

2013/10/21    Cultura & Redes Sociais
2013/11/04    Cultura & Marketing
2013/11/18    Cultura & Comunicação
2013/12/02    Cultura & valor da imagem
2013/12/09   Cultura  & públicos

2013/10/21    Cultura & Redes Sociais

Redes Sociais em Museus
As redes sociais inserem-se no novo paradigma da comunicação e constituem hoje um poderoso e económico meio que museus e outras instituições culturais têm à sua disposição para ultrapassar uma das suas grande dificuldades: darem-se a conhecer e promoverem os seus serviços.
Google+, Linkedin, Twitter, Mysapace e muitas outras fazem parte de um universo no qual o Facebook adquiriu especial relevância, o que se comprova facilmente pelos 4.5 milhões de utilizadores em Portugal. Aliás, segundo estudos recentes, 97% dos utilizadores de redes sociais em Portugal utilizam também o Facebook.
Mas qual é efectivamente o potencial destas redes ? O que as diferencia ? Como devem ser utilizadas ? Qual é o seu efectivo impacto no processo de interacção e comunicação com os utilizadores e frequentadores dos espaços culturais ?

Para responder a esta e outras perguntas, A Direcção Regional de Cultura do Norte organiza no próximo dia 21 de Outubro,um debate que contará com a presença de alguns responsáveis da área da comunicação em museus que irão dar a conhecer as suas perspectivas, opiniões e experiências.
É uma reunião aberta, especialmente direcionada para profissionais do sector da Cultura e estudantes, em que um espaço de debate permitirá aos participantes esclarecer dúvidas e apresentar as suas opiniões. Para participar basta inscrever-se em http://goo.gl/4Ip3B0

PARTICIPANTES:

Patricia Remelgado, CITCEM

Barbara Marto

Mário Brito, Mosteiro de Tibães

Patricia Brás, Museu de Lamego

Vasco Marques, http://www.vascomarques.net

ver online: http://www.vascomarques.net/vm/Redes-Sociais/redes-sociais-e-cultura.html

2013/11/04    Cultura & Marketing

Uma das grandes preocupações dos museus é serem visitados pelo público e, sobretudo, que os públicos regressem. Para tal, são desenvolvidas estratégias muito diversificadas que passam por dinâmicas e atividades que suscitem a curiosidade e o interesse dos potenciais visitantes.
Exposições temporárias, atividades culturais muito diversificadas como conferências, workshops, artes performativas, lançamento de livros, etc, são alguns exemplos que os museus utilizam, estabelecendo sempre uma relação com a sua missão e objectivos.
O marketing, enquanto processo usado para determinar os produtos e serviços que interessam aos consumidores, é generalizadamente utilizado na atividade das empresas e também em alguns equipamentos culturais como museus, teatros e outros pólos de actividades culturais.
Mas, em que medida pode ser eficaz nos museus sem que se alterem alguns aspetos que os caracterizam como é o facto de, não raras vezes, não estarem focados nos clientes?  Será que os museus e os equipamentos culturais pensam na importância e no valor da sua marca? E as estratégias de comunicação; existem de facto nos equipamentos culturais? Mas podemos ter estratégias de comunicação não enquadradas numa estratégia de marketing bem consolidada? Em que medida são determinantes? Será que podemos vender um museu tal como se faz com um detergente?

Participantes:

Carlos Brito, Pró-Reitor para a Inovação e Empreendedorismo UP

André Alves, Casa da Música

Luís Maia, Meed Brande

Dionísio Monteiro, Paleta de Ideias

Mário Brito, Direção Regional de Cultura do Norte

2013/11/18    Cultura & Comunicação

A dificuldade de comunicação é frequentemente apontada como uma área em que museus, monumentos e outros equipamentos culturais necessitam de melhorar o seu desempenho porque dela depende um dos aspectos mais importantes destas organizações: a fruição do público, a transmissão de informação e conhecimento sobre o nosso passado e as suas diversas manifestações materiais ou imateriais.

A concorrência, a especialização e a necessidade de profissionalismo, colocam, às organizações culturais, dificuldades acrescidas: falta de recursos financeiros, técnicos e humanos que, em muitos casos impedem que importantes inicitivas cheguem ao conhecimento do público. Público, hoje, que deve ser entidido no plural de acordo com uma enorme muitiplicade de interesses e motivações, numa lógica geográfica de uma dimensão variável: os públicos de próximidade, os públicos num raio de 40-50 Km e os públicos que, a milhares de kms de distância, se deslocam com um custo extraordinariamente baixo.

Comunicação impressa, gráfica, digital, imprensa e medias locais, regionais e nacionais, são alguns dos instrumentos que temos à nossa disposição numa relação de impacto/preço muito variável e com eficácia possivelmente ainda pouco estudada.

Este debate procurará colocar algumas destas questões em cima da mesa, conhecer experiências, ouvir especialistas e , sobretudo, apontar caminhos.

Bárbara Marto, Marketing Manager PanricoDonuts, ex-Diretora de Marketing e Desenvolvimento da Fundação de Serralves

Helena Correia, investigadora

Helena Freitas, Museu do Douro

Luís Aguiar, Outros Mercadus

Mário Brito, Direcção regional de Cultura do Norte

INSCRIÇÕES GRATUITAS:    http://goo.gl/4Ip3B0

2013/12/02   Cultura & valor da imagem

A imagem do Património Cultural (museus, monumentos, sítios arqueológicos e arquitectura em geral) constitui hoje um poderoso veículo de comunicação das organizações culturais e, naturalmente, de todo o sector editorial, do merchandising cultural, do marketing e da publicidade que encontram aqui marcas, especificidades e contextos únicos.

Pretende-se, neste debate discutir:

1. A importância da imagem sobre o Património na promoção de sítios, cidades e territórios;

2.Os actuais contextos de reutilização e disseminação da imagem, os direitos de autor, imagem e conexos;

3.Os diferentes significados da utilização da imagem: um objecto, um pormenor ou uma imagem “institucional”;

4.Qual é o valor de mercado destas imagens.

Trata-se de temas da maior actualidade, com as quais gestores culturais e autores frequentemente se debatem, num contexto de grande dinamismo da actividade turística e, sobretudo, no desenvolvimento de projectos editoriais impressos ou online  para os quais este debate certamente apontará alguns caminhos.

INSCRIÇÕES GRATUITAS:    http://goo.gl/4Ip3B0

Participantes

Luís Ferreira Alves, Fotógrafo

Walter Santos, Jurista, Direção Regional de Cultura do Norte

Sónia Resende, Lightbox

Arq. António Casimiro, Sociedade Portuguesa de Autores

Bernardino Castro, Centro Português de Fotografia

José Pessoa, Fotógrafo, Museu de Lamego ( DRCN )

Mário Brito, Direção Regional de Cultura do Norte
2013/12/09    Cultura & Públicos

14.30 h Casa das Artes

A temática dos públicos tem constituído sempre uma grande preocupação de museus e outras organizações culturais. De facto, sendo o acesso à público à Cultura uma das suas importantes missões, e no caso dos museus o acesso às suas colecções, importa conhecer que públicos frequentam estes espaços, quais são as suas motivações e que avaliação fazem da diversificada gama de serviços que são oferecidos.

Frequentemente temos conhecimento de estudos de públicos realizados em contextos regionais locais, locais e mesmo ao nível de equipamentos individuais. Recentemente, na região norte, foram apresentados estudos que importa conhecer como é o caso da Capital Europeia da Cultura e do Museu de Serralves. No entanto, ocasionalmente vamos tendo conhecimento de estudos realizados em contextos académicos que constituem uma excelente oportunidade para as instituições académicas e para os próprios equipamentos culturais. Recentemente o Mosteiro de Tibães realizou uma estudo exploratório sobre a percepção que os habitantes de Braga têm sobre este monumento, outro sobre a mesma temática mas cujo público alvo foram os estudantes da Universidade do Minho e um terceiro sobre a avaliação de actividades educativas dirigido a professores e também a estudantes. Certamente mutos destes trabalhos estão a ser realizados pelo país para além da avaliação permanente que já muitos espaços realizam no quadro normal das suas actividades.

 

O objectivo deste debate é conhecer o que está neste momentop a acontecer nesta temática do conhecimento dos públicos.

Que questões metodológicas se colocam na realização destes trabalhos?

Que trabalhos têm sido desenvolvidos recentemente e o que têm acrescentado ao conhecimento dos públicos?

Como lidam o conhecimento dos públicos com a crescente caracterização dos visitantes em nichos muito específicos?

Em que medida estes estudos afectam a prática das organizações que os promovem?

Como se caracteriza a relação entre as organizações culturais e as universidades na realização destes trabalhos?

Qual a importância que é dada nas universidades sobre esta temática na formação de gestores e responsáveis de organização culturais?

 

Estes, são os pontos de partida para um debate que julgamos do maior interesse e da maior actualidade que permitirá certamente às organizações culturais melhorar o conhecimentos dos públicos que as frequentam e das que não os frequentam, adaptando os seus serviços, cada vez mais, ao que são os interesses e as motivações do público e dos públicos.

 

Participantes

Inês Câmara – Mapa das Ideias

Manuel Gama – Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Miguel Abreu – Cassefaz

Susana Faro  – Museu dos Transportes e Comunicações

Maria Vlachou  – Consultora em gestão e comunicação cultural

 

INSCRIÇÕES GRATUITAS:    http://goo.gl/4Ip3B0

 

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